Faz com que as pessoas sob o seu comando gostem de executar o que ele quer.
Consegue que subordinados queiram ajudá-lo e se sintam realizados com isso.
Não tem subordinados. Tem seguidores. Ele não dá ordens, mas todo mundo faz o que ele deseja.
Consegue fazer com que as pessoas acreditem que o interesse delas e o dele é o mesmo.
Transmite segurança. Ele inspira lealdade. É confidente, faz com que as pessoas se sintam à vontade para falar a verdade.
Transmite senso de justiça. Ele toma decisões justas, não protege um ou outro. Todas as suas decisões e atitudes são transparentes.
Dá o exemplo. Se o expediente começa às oito horas, ele chega às oito horas. Numa campanha de corte de custos, não promove festas nem troca de carro.
Não precisa ser infalível. Mas precisa ter mais acertos do que erros.
Faz com que pessoas sigam na direção da companhia. Ele faz com que essa direção seja transparente, justa e clara.
Sabe que não consegue fazer tudo sozinho. Mas não comanda pelo medo. As pessoas o seguem porque acreditam na sua visão.
Fonte: Você S. A. Ano 1, n.º 1, Edit. Abril, Abril/98.
(Org. por Sérgio Biagi Gregório)
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