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Dicionário de Religião

Adivinhação - Emprego de meios mágicos para descobrir informações inacessíveis à indagação normal (a respeito do futuro, de objetos perdidos, traços ocultos do caráter etc.) (Hinnells, 1995)

Adonai  (Jud) - Um dos nomes de Deus na Bíblia. Significa "Meu Senhor". É plural majestático. Os judeus não o proferiam por respeito à divindade. (Schlesinger, 1982)

Adoração  - É a expressão a um tempo espontânea e deliberada da reação do homem em face da proximidade de Deus. (Schlesinger, 1982)

Aiatolá - "Milagroso sinal de Deus", título conferido a altos dignitários da hierarquia religiosa xiita.(Hinnells, 1995)

Alquimia - Busca de uma substância (a pedra filosofal ou o elixir) capaz de transformar (transmutar) os metais inferiores em ouro ou conferir imortalidade ao homem, acompanhando ou simbolizando amiúde a procura da perfeição espiritual.(Hinnells, 1995)

Anátema (Jud +Crist) -  Termo grego aplicado, como o hebr cherem, tanto ao processo de EXCOMUNHÃO como ao objeto sobre o qual recai uma maldição e que é considerada, portanto, intocável. É fórmula de maldição que exprime o juízo de Deus sobre os infiéis. (Schlesinger, 1982)

Antigo Testamento - conjunto dos livros dos judeus, ou história dos judeus até Jesus Cristo. Divide-se em três partes: 1.ª) Thora, ou Lei (compreendendo o Gênesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronômio); 2.ª) Nebium, ou Profetas (compreendendo Josué, Juízes, Samuel, Reis etc.); 3.ª) Ketubrim, ou hagiógrafos (compreendendo os salmos e os livros históricos).  

Antropomorfismo - Atribuição a Deus das características e formas humanas. A fraseologia bíblica é, às vezes, antropomórfica e se refere, por exemplo, à mão, aos dedos de Deus etc. (Schlesinger, 1982)

Apocalipse - do gr. apokalypsis significa revelação do futuro, principalmente do Fim dos dias e do Dia do Juízo. (Schlesinger, 1982).  

Apocalipse de João - constitui o fim do Novo Testamento, e consiste da revelação tida por João, o Evangelista, na Ilha de Patmos, acerca dos futuros acontecimentos que envolverão o planeta e a humanidade. 

Apócrifos - Literatura judaica não canônica, escrita durante o período do segundo Templo e algum tempo após a destruição deste (aproximadamente até a revolta de Bar Kochba, em 132-5 d. C.) (Schlesinger, 1982)

Auto-de-fé - Cerimônia em que eram anunciadas às vítimas as sentenças da inquisição. (Schlesinger, 1982)

Bem-Aventurança - Termo técnico para indicar uma forma literária que se encontra quer no Antigo quer no Novo Testamento. A Bem-Aventurança é uma declaração de bênção com base em uma virtude ou na boa sorte. A fórmula se inicia com "bem-aventurado aquele..." Com Jesus toma a forma de um paradoxo: a bem-aventurança não é proclamada em virtude de uma boa sorte, mas exatamente em virtude de uma má sorte: pobreza, fome, dor, perseguição (Mackenzie, 1984).

Bíblia - O termo Bíblia provém do plural grego ta biblia (os livros), que, pelo menos a partir do século XII, é usada para significar o conjunto dos vários escritos do Antigo e do Novo Testamento. O uso de um singular para designar vários livros sagrados tem uma explicação teológica. Não obstante a diversidade dos autores humanos, estes livros constituem uma unidade, um livro, ou o livro por excelência, cujo autor principal é Deus (Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado). 

Calvinismo (Prot) - Sistema teológico da Reforma protestante exposto e defendido por João Calvino (1509-1564). Contesta qualquer cooperação do homem na obra da salvação. Só Deus opera a salvação. (Schlesinger, 1982.)

Cânone - A palavra grega kanon significa literalmente "cajado" ou "vara de medir", e em sentido figurativo, norma ou critério de valor. (Schlesinger, 1982.)

Caridade - do latim caritas (amor), de carus (caro, de alto valor, digno de apreço, de amor). Identifica-se hoje, freqüentemente, a caridade com um afeto piegas que se traduz por gestos de assistência paternalista. O termo evoca, imediatamente, a idéia de esmola, tanto que a expressão viver de caridade pública, significa viver de esmolas. No entanto, caridade é algo bem mais profundo (Pequena Enciclopédia de Moral e Civismo).
Etimologicamente, caridade sugere dom, preciosidade, intimidade. De fato, caridade é oblação, virtude, atitude de comunhão. Mais ainda, é vida. Por isso mesmo, comporta exigências e é objeto  de preceito. Refletimo-la em perspectiva cristã, pois de realidade eminentemente cristã se trata. Pode identificar-se com amor se este está despido de ambigüidades. Supera, em objeto e motivação, a filantropia. Relaciona-se proximamente com a justiça enquanto esta é, primeiro que tudo, justificação e inculca ordem na comunhão de caridade, impedindo que esta degenere em confusão. A sua área coincide em grande parte com a graça, pois tanto o ser do homem que esta atinge e sobrenaturaliza como as faculdades e ações que aquela beneficia e dinamiza constituem uma mesma e única realidade pessoal (Polis - Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado).

Catarse - Concepção de origem órfica e pitagórica, introduzida por Platão em seu ideário, que diz respeito ao processo de purificação das almas dos mortos antes de terem acesso a um nível superior ou de se reencarnarem. (Schlesinger, 1982.)

Catecismo (Crist) - Manual de ensino e formação religiosa adotado nas Igrejas e escolas dominicais. Vigorou durante muito tempo sob a forma de perguntas e respostas. (Schlesinger, 1982.)

Ceticismo - Um cético religioso é alguém que nega a existência de quaisquer fundamentos numa crença racional em assuntos religiosos. (Hinnells, 1995.)

Concílio (Cat) - Assembléia de prelados católicos em que se tratam de assuntos dogmáticos, doutrinários e disciplinares. (Schlesinger, 1982.)

Cruzadas - Expedições militares européias que tinham por finalidade reconquistar os lugares santos cristãos na Palestina, em poder do Islã. (Hinnells, 1995.)

Demiurgo - Em religião, equivale à criatura intermediária entre a natureza divina e a humana. (Schlesinger, 1982)

Deus é um dos conceitos  mais antigos e fecundos do patrimônio cultural da humanidade. Deriva do indo-europeu deiwos (resplandecente, luminoso), que designava originariamente os celestes (Sol, Lua, estrelas etc.) por oposição aos humanos, terrestre por natureza. Psicologicamente corresponde ao objeto supremo da experiência religiosa, no qual se concentram todos os caracteres do numinoso ou sagrado (Polis - Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado).

Diáfora (Jud) - A palavra é de origem grega e significa "dispersão". Afirma-se que os judeus do período helenístico empregavam este termo para designar aqueles dos seus correligionários que, tendo-se espalhado por nações estrangeiras desde a queda da primeira comunidade, viviam fora do território de Israel. (Schlesinger, 1982)

Discípulo - Aquele que, com um mestre, aprende alguma ciência ou arte, dele recebe os conhecimentos de uma doutrina etc. O que segue, que adotou certos princípios, sentimentos, idéias, e por eles atua, ainda que não conheça o seu autor: seguidor, partidário, sectário: os discípulos de Platão. (Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira).

Discípulos do Senhor - Os Evangelhos chamam discípulos aqueles  que seguiam de perto a Cristo: em primeiro lugar, os 12 Apóstolos; depois, os outros 72 que mandava adiante de si aos lugares onde tencionava pregar (Luc., 10). Em sentido geral, também eram chamados discípulos os que acreditavam em Cristo e se propunham seguir sua doutrina, instruídos por ele ou pelos apóstolos e evangelistas (Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira).

Esperança - Do latim sperare. Sentimento que leva o homem a olhar para o futuro, considerando-o portador de condições melhores que as oferecidas pelo presente, de tal sorte que a luta pela vida e os sofrimentos são enfrentados como contingências passageiras, na marcha para um fim mais alto e de maior valor. Do ponto de vista teológico, a Esperança é uma virtude sobrenatural, que leva o homem a desejar Deus, como bem supremo (Pequena Enciclopédia de Moral e Civismo).
Genericamente, a esperança é toda a tendência para um bem futuro e possível, mas incerto. Psicologicamente, tensão própria de quem se sente privado de um bem ardentemente desejado (imperfeições), mas que julga poder alcançar por si mesmo ou por outrem. A esperança diz respeito aos bens árduos e difíceis, porque não dependem apenas da vontade de quem os espera, mas também de circunstâncias ou vontades alheias, e que, por isso, a tornam de algum modo, incerta e falível. Justaposta às esperanças do dia-a-dia, há a grande esperança, ou seja, um vínculo permanente entre a espécie e o seu criador (Polis - Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado).

Evangelho é a tradução portuguesa da palavra grega Euangelion que foi notavelmente enriquecida de significados. Para os gregos mais antigos ela indicava a “gorjeta” que era dada a quem trazia uma boa notícia. Mais tarde passou a significar uma “boa-nova”, segundo a exata etimologia do termo. Falava-se de “evangelho”, nas cidades gregas, quando ecoava a notícia de uma vitória militar, quando os arautos noticiavam o nascimento de um rei ou de um imperador. Ao termo estava unida a idéia de festa com cânticos, luzes e cerimônias festivas. Era, em suma, o anúncio da alegria, porque continha uma certeza de bem-estar, de paz e salvação. (Battaglia, 1984, p. 19 e 20)

Escatologia (bíblica) - A doutrina das "últimas coisas" (em grego, ta eschata) pessoais ou cósmicas. (Hinnells, 1995)

Evangélico - Palavra derivada do vocabulário grego que também nos deus evangelho (a "boa nova" cristã da salvação), e usada hoje por grupos do Protestantismo que afirmam professá-lo com especial fidelidade. (Hinnells, 1995)

- do latim fides. O termo é empregado em muitas acepções que poderiam ser divididas em profanas e religiosas. No sentido profano, significa dar crédito na existência do fato, fazer bom juízo sobre alguém, expressar sinceridade no modo de agir etc. Quando o testemunho no qual se baseia a confiança absoluta é a revelação divina, fala-se de Fé no seu sentido religioso. A Fé, neste sentido, não é um ato irracional.  Com efeito, o espírito humano só pode aderir incondicionalmente a um objeto quando possui a certeza de que é verdadeiro (Pequena Enciclopédia de Moral e Civismo).

Feiticeiro - Designação geral do xamã, adivinho ou curandeiro entre os ameríndios. (Hinnells, 1995)

Gentios - O termo "gentio" é tradução da palavra hebréia "goi" que significa membro de um povo não-judeu. Considerando-se filhos de Abraão, com quem Deus celebrou uma Aliança especial, os judeus fizeram nítida distinção entre eles mesmos e as outras nações. (Hinnells, 1995)

Hierofania - Termo grego que significa, literalmente, “algo sagrado está se revelando para nós”. É o que sempre acontece, não importa se o sagrado se manifesta numa pedra, numa árvore ou em Jesus Cristo. (Gaarder, 2005)

Inquisição - Tribunal eclesiástico para preservação e defesa da religião católica. (Schlesinger, 1982)

Jesus Cristo - (de Jesoûs, forma grega do hebraico Joxuá, contração de Jehoxuá, isto é, "Jeova ajuda ou é salvador", e de Cristo, do grego Christós, corresponde ao hebraico Moxiá, escolhido ou ungido).

Mantra - Fórmula ritual sonora, dado pelo Mestre a seu discípulo no hinduísmo e no budismo, cuja recitação tem o poder de pôr em ação a influência espiritual que lhe corresponde. (Chevalier e Gheerbrant, 1998)

Pai Nosso – É o mais perfeito modelo de concisão, verdadeira obra-prima de sublimidade na simplicidade. Com efeito, sob a mais singela forma, ela resume todos dos deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo. Encerra uma profissão de fé, um ato de adoração e de submissão; o pedido das coisas necessárias à vida e o princípio da caridade. (Equipe da FEB, 1995)

Parábola - do gr. parabole significa narrativa curta, não raro identificada com o apólogo e a fábula. Vizinha da alegoria, ou seja, consiste num discurso que faz entender outro.

Sinteticamente: narração alegórica na qual o conjunto dos elementos evoca, por comparação, outras realidades de ordem superior.

Pobres de Espírito - O sentido de "pobres de espírito" ou  "pobres  em espírito" é muito discutido. Não significa desapego, mas  refere-se às classes humildes, cujo espírito é oprimido pela necessidade e pelo abatimento. Ela substitui à maldição da pobreza e a bem-aventurança consiste no reino do céu, que excede toda riqueza. O termo não significa que somente os pobres entram no reino dos céus, mas também os pobres (Mackenzie, 1984).

Racionalismo - Palavra um tanto ambígua, empregada às vezes para caracterizar a ênfase dada à razão em detrimento da experiência (e, por esse modo, em detrimento do empirismo), e, em outras ocasiões, para caracterizar a ênfase dada à razão em detrimento das emoções. (Hinnells, 1995)

Reencarnação entre os judeus - Em hebraico gilgul, que significa (o) "girar" (da roda). A crença na reencarnação era fundamental para doutrina da CABALA sobre o destino da alma, embora fosse rejeitada por alguns não-místicos com crença sectária alheia ao pensamento judaico. Os cabalistas continuaram a acreditar na ressurreição dos mortos numa idade futura (OLAM-HA-BA), mas viam o homem obrigado a passar por uma série de renascimentos antes disso a fim de executar as suas tarefas na terra. (Hinnells, 1995)

Religião Natural - Resposta religiosa espontânea e incontroversa do mundo, ou religiosidade que se desenvolve, sem ser ensinada, na experiência humana. Como tal, é posta em contraste com "as religiões positivas" de tradições específicas, ou sistemas que reivindicam autoridade para as suas doutrinas. (Hinnells, 1995)

Sacrifício - Apresentação ritual de um presente. Oferendas sacrificiais (do latim "sacer facere": "fazer santo") existem na maioria das religiões, embora a natureza do presente, o significado da ação e a função do rito variem muitíssimo. O que se dá é apreciado, não raro, como alimento ou como vida (a matança ritual oferece vida). A ação pode ser empreendida para agradar ou adivinhar; para renovar a vida ou continuar um ciclo sazonal ou cósmico; para assegurar um favor ou afastar o mal; para retificar um acordo (Aliança) entre os participantes humanos e sobrenaturais ou expressar a sua comunhão. (Hinnells, 1995)

Samadhi - Um dos três elementos principais da "via" ou caminho budista (MARGA), sendo os outros dois o SILA e o panna (PRAJNA). O sentido geral de samadhi é "meditação" ou "concentração", mas também tem um significado especializado, para o qual a tradução mais apropriada é "transe". (Hinnells, 1995)

Sermão do Monte - Também chamado Sermão da Montanha ou Sermão das Bem-Aventuranças, foi pronunciado por Jesus na fralda de um de um monte, em Cafarnaum, dirigindo-se a todas as pessoas que o seguiam. Nele Jesus faz uma síntese das leis morais que regem a humanidade.

Sociedade Teosófica Mundial - Organização fundada (1875) em Nova York pela clarividente russa Helena Pietróvna Blavátski (1831-91) e pelo coronel H. S. Olcott (1832-1907) a fim de promover a fraternidade universal, o estudo da religião comparada e a investigação "de leis inexplicadas da natureza e dos poderes latentes no homem". Propaga doutrinas baseadas nos escritos ecléticos, visionários, de Blavátski, um material tirado do Hinduísmo e do Budismo. Todas as religiões são vistas como versões de uma verdade "esotérica", a "teosofia". Acredita-se que o o desenvolvimento espiritual do indivíduo seja supervisado por uma fraternidade secreta de mestres ou mahatmas, os quais, segundo se crê, residem no Tibete. O universo consiste em sete "planos" que se interpenetram; cada um de nós, por conseguinte, tem sete corpos (o divino, o espiritual, o intuitivo, o mental, o emocional, o etérico e o físico); os três primeiros compreendem o "ego" ou "superego" que se reencarna infinitamente, experimentando o carma (felicidade e sofrimento como resultado de boas ou más ações), evoluindo para a "personalidade", em cooperação consciente com o propósito divino. (Hinnells, 1995)

Teosofia - Qualquer sistema de pensamento que se ocupa da relação entre Deus e a criação, especialmente a que tenciona ajudar o homem a lograr a experiência direta do divino. A palavra, que descreve qualquer sistema mítico articulado, tem sido aplicada em particular a CABALA, ao NEOPLATONISMO. Agora se refere, o mais das vezes, aos ensinamentos da Sociedade Teosófica Mundial. (Hinnells, 1995)

Testamento - A palavra Testamento tem, na Bíblia, o significado de pacto, de aliança. A figura jurídica do Testamento era desconhecida dos antigos hebreus. A herança entre eles, estava regulada pelo costume e, posteriormente, pela lei (Núm., 27, 8-11), não havendo a hipótese de herdeiros designados pelo testador. Mas nos tempos helenísticos, os rabinos introduziram a instituição jurídica dos gregos relativa ao Testamento e o termo diatheke  que a designava. A Vulgata, ao traduzir a Bíblia para o latim, em vez de traduzir diatheke por foedus usou o termo testamento, que é uma das acepções de diatheke, mas não corresponde ao vocábulo original berit (Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura).

Tora - Literalmente "ensinamento", o termo mais geral do Judaísmo para indicar o ensinamento divino. No sentido estrito, refere-se ao Pentateuco, os cinco primeiros livros da Bíblia hebraica: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. A tradução comum que se faz da Tora, chamando-lhe Lei, não representa corretamente o conceito e dá uma conotação legal estreita à idéia judaica - muito mais ampla -, de revelações. (Hinnells, 1995)

Bibliografia

ÁVILA, F. B. de S.J. Pequena Enciclopédia de Moral e Civismo. Rio de Janeiro: M.E.C., 1967.

BATTAGLIA, 0. Introdução aos Evangelhos — Um Estudo Histórico-crítico. Rio de Janeiro: Vozes, 1984.

ENCICLOPÉDIA LUSO-BRASILEIRA DE CULTURA. Lisboa: Verbo, [s. d. p.]

EQUIPE DA FEB. O Espiritismo de A a Z. Rio de Janeiro: FEB, 1995.

GAARDER, J. et all. O Livro das Religiões. Tradução de Isa Mara Lando. São Paulo: Companhia das Letras, 2005

GRANDE ENCICLOPÉDIA PORTUGUESA E BRASILEIRA. Lisboa/Rio de Janeiro: Editorial Enciclopédia, [s.d. p.]

HINNELLS, John R. (Org.). Dicionário das Religiões. Tradução de Octavio Mendes Cajado. São Paulo: Cultrix, 1995.

MACKENZIE, J. L. (S. J.). Dicionário Bíblico.  São Paulo: Paulinas, 1984.

POLIS - ENCICLOPÉDIA VERBO DA SOCIEDADE E DO ESTADO. São Paulo: Verbo, 1986. 

 SCHLESINGER, Dr. Hugo e PORTO, Humberto (Pe). As Religiões Ontem e Hoje. São Paulo: Paulinas, 1982.

(Org. por Sérgio Biagi Gregório)

 



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