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Introdução e Conclusão

INTRODUÇÃO

  • De acordo com Cícero, mestre da arte de falar, "Chamar atenção, assegurar a boa vontade e preparar para dirigir". (reddere auditores attentos, bene voles, dociles).

  • Direito de entrada na "cidadela da alma humana".

  • Interessante, sem exagero. É anticlímax se for cheio de entusiasmo e a nada chegar.

  • De acordo com o Agostinho de Hipona, o exórdio de um sermão requer moderação, não só em espírito, mas também em ritmo.

  • Curta sem ser abrupta.

VARIEDADE DE CONCLUSÕES

  • Apelo direto.
  • Aplicação prática.
  • Resumo final – quando não se sabe bem como concluir a mensagem, pode-se usar o resumo.
  • A verdade em contraste. Se o discurso se mostrou meio sombrio, luz no fim do túnel.
  • Apelo à imaginação.
  • Ilustração – somente se o sermão exigir, caso contrário, procurar outra forma.
  • Nenhuma conclusão. O pregador pode por vezes terminar sem conclusão formal. Deixar para que o público o faça por si mesmo.

COISAS A EVITAR

  • Nunca peça desculpas.
  • Evite anedotas.
  • Evite o que seja ruidoso.
  • Nunca acrescente nada de novo impulsivamente.
  • Na parte final do sermão, nada faça que distraia o povo. Nada de olhar no relógio.
  • Não use sempre a mesma espécie de conclusão.

BLACKWOOD, A. W. A Preparação de Sermões. São Paulo: Aste, 1965.

(Org. por Sérgio Biagi Gregório)

 



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